O Natal Segundo João

O Natal Segundo João

Pr. Davi Merkh 

Imagine um Acidente. . . 4 testemunhas . . . cada um com uma perspectiva diferente.  Pessoas são diferentes.  Isso claramente se vê na época de Natal . . . tradições diferentes . . . perspectivas diferentes. É fascinante como cada autor dos 4 evangelhos tem uma perspectiva única sobre a Pessoa de Jesus.  As vezes penso comigo mesmo, como será que cada evangelista teria celebrado Natal? 

Mateus: Jesus é o Rei dos Judeus e do Mundo (por isso, Mateus começa comgenealogia mostrando que Jesus é filho de Davi, rei de Israel, e Abraão, pai do povo de Israel.  Em Mateus há anúncios reais do nascimento de Jesus, e os magos dão presentes de realeza para Jesus.  A Celebração de Mateus provavelmente incluiria: Festa, Ceia, Banquetes de Realeza.           

Marcos: Jesus é o Servo de Deus, que veio para servir e se sacrificar para o homem.  Não há genealogia, nem narrativa sobre seu nascimento.  Seria sua vida, suas ações, que o validariam como Filho de Deus, não sua genealogia.  A Celebração seria mais uma preparação para a Páscoa . . .  

Lucas: Jesus é o Filho do Homem, gente, compassiva, humilde, um de nós, embora também Filho de Deus.  Por isso somente Lucas conta os detalhes humildes do nascimento de Jesus para uma virgem simples, noiva de um carpinteiro, numa vila esquecida, numa manjedoura, talvez numa caverna, cercada pelos menosprezados pastores de ovelhas, animais, moscas e mais, e adorado por 2 velhos e “ultrapassados”.  Tudo cheio de CANTO (anjos, Maria, Ana, Simeão, Zacarias, Isabel.  A Celebração de Lucas talvez incluiria: Cantatas de Natal, evangelismo, e presentes para pessoas simples e menos-favorecidas 

Mas, e João?  João apresenta Jesus como o Filho de Deus, o Verbo que se fez carne.  João é muito mais teológico e filosófico do que romântico sobre o nascimento de Jesus.  Ele é o místico, aquele que nos transporta por séculos e milênios para eternidade passada.  João sonda as proundidades dos mistérios associados com a vinda do Filho de Deus em carne humana. 

Gostaria de explorar um pouco mais a perspectiva natalina de João.  Como é que João vê a Jesus?  Como que sua perspectiva pode nos ajudar a lembrar que Natal de fato é a celebração da encarnação de Jesus?  Descubro em João pelo menos 3 descrições natalinas de Jesus que nos lembram do verdadeiro significado de Natal.  Acho interessante que, historicamente, cada descrição tem sido usada por cristãos para celebrar o Natal.  Infelizmente, esses símbolos—a árvore de Natal, luzes de Natal, e presentes de Natal, têm sido pervertidos pelo mundo, e usados pelo Inimigo para distrair atenção de Jesus em vez de chamar atenção a Ele.  Hoje gostaria de resgatar esses símbolos para realmente refletirem Jesus e o verdadeiro significado do Natal. 

I.             Jesus é a Vida de Natal (Jo 1:3,4,10-14, 3:16)

“A vida estava nele, e a vida era a luz dos homens.” 

Não menos de 21 vezes João usa a palavra “vida”—na média, uma vez para cada capítulo de seu livro.  Certamente esse foi um tema muito importante para ele, que começou no Natal. O apóstolo que mais conhecia Jesus descreve-o como sendo VIDA—contagiosa, abundante, alegre, cheia.  

Jo 1:3,4,10-14, 3:16—Jesus é Vida.  Ele era o Criador, aquele que deu vida a todos. Em João Jesus é a Vida do universo.  Ele define vida!  A vida pulsava nEle mais do que em qualquer ser vivente na história do mundo!  Ele tem o poder de conceder vida ou tirar a vida.  E tem poder para nos fazer filhos de Deus.  Deus nos dá vida eterna através de Jesus.   

Jo 5:24-26:  Jesus dá vida a quem quiser.  Ele tem vida em si.  Ele é o “eu sou” do VT, aquele que era, que é, e que sempre será, o Alfa e Ómega (Ap 2:8  “o primeiro e o último, que esteve morto e tornour a viver”) 

Jo 11:25,26  “Eu sou a ressurreição e a vida.  Quem crê em mim,ainda que morra, viverá.”  Jesus é o oposto à morte!  (Jesus chorou amargamente diante do desastre da morte! Jesus é vida, e odeia a morte.) Depois, para provar suas palavras, Jesus ressuscitou Lázaro! 

Jo 14:6 “Eu sou o caminho, a verdade e a vida.” 

Jo 10:10 “eu vim para que tenham vida e a tenham em abundância.”  Recebemos essa vida, porque Jesus, o “Bom Pastor”, dá a sua vida pelas ovelhas (Jo 10:15,17). 

Jo 15—a Videira verdadeira, cuja vida gera fruto em nós! 

Jo 20:31 Estes, porém, foram registados para que creiais que Jesus é o Cristo, o Filho de Deus, e para que, crendo, tenhais VIDA em seu nome. 

História--Símbolo

Um dos símbolos mais tradicionais do Natal é a árvore de Natal.  Algumas pessoas têm reagido fortemente contra o uso da árvore de Natal, pois, segundo eles, tem raízes pagãs antigas.  E eles têm razão.  Mas será que por isso, nós temos que rejeitar um símbolo que pode servir muito bem como memorial ou lembrança do verdadeiro significado do Natal?  Como cristãos muitas vezes permitimos que o mundo tire de nós o que pode ser para o bom.  Que tal resgatarmos esses símbolos, em vez de cavar nos buracos da história para achar algo a criticar, julgar . . . mais uma regrinha evangélica, coisa a evitar? 

O símbolo de uma árvore verde na época de Natal parece ter origens antigas na celebração dos romanos do “renascimento” do sol, a Festa da Saturnália (e por isso, a vida) perto do dia 21 de dezembro, quando o sol começa a voltar da sua morte e os dias começam a alongar-se (na hemisfera do norte).  A presença de uma árvore verde nessa época servia como lembrança de fertilidade, renascimento e novos começos.  Foi um símbolo para os Vikings que a escuridão do inverno chegaria ao fim, e a primavera voltaria. 

Alguns afirmam que um dos pais da Reforma Protestante, Martinho Lutero, iniciou o costume de uma árvore enfeitada dentro da casa dos crentes.  Lutero ficou tão impressionado com a beleza de estrelas brilhando pelos galhos de árvores na floresta, que trouxe uma pequena árvore para dentro da sua casa.  Junto com seus filhos, enfeitaram a árvore com frutas (símbolos de vida) e luzes, que acendia enquanto contava a história de Natal e Jesus. . . Também na Alemanha havia uma tradição datando pelo menos de 1605 da “Árvore de Paraíso”, uma árvore enfeitada com maçãs usada em dramas no dia 24 de dezembro sobre Adão e Eva.  Foi na Alemanhã que o uso de árvores enfeitadas com luzes começou como celebração de Natal. 

Assim como na Bíblia, a árvore pode ser algo bom ou ruim, dependendo do uso que fazemos dela.  Primeiro, é interessante notar a associação entre vida, morte, e árvores na Bíblia.  No Jardim do Éden, haviam duas árvores—uma, do conhecimento do bem e do mal. Aquela foi uma árvore de morte, pois quando Adão e Eva comeram daquela árvore, morreram espiritualmente e fisicamente.  Mas naquele Jardim havia uma outra árvore, a árvore da vida.  Só que o pecado nos barrou da presença daquela árvore, para que, comendo dela, viveríamos para sempre num estado pecaminoso. 

Mas no final da história, em Apocalipse, vemos a árvore da vida mais uma vez, só que essa vez nós temos o direito de comer da árvore, não como pecadores, mas pessoas com nova VIDA, a vida de Jesus.  Como que tudo isso aconteceu?  Foi por causa de uma outra árvore, a árvore da cruz. Paulo nos lembra em Gálatas, “Maldito todo aquele que for pendurado em madeiro” (3:13; Dt 21:23).  Assim como foi uma árvore que nos “enforcou”, foi uma árvore que enforcou Jesus, mas que nos deu vida.  Ele se tornou pecado e sofreu a justa ira de Deus contra nosso pecado, para que nós fossemos feitos a justiça de Deus nele! (2 Co 5:21).   

A árvore de Natal talvez seria muito melhor como Árvore de Páscoa!  Mas pelo fato de que nada disso teria acontecido, não fosse o nascimento do Verbo de Deus, a árvore nos lembra do pecado do passado (no Jardim), a condenação da Morte e do pecado (na cruz), e a esperança futura da árvore da vida! 

Não vou tentar convencer vocês a enfeitarem uma árvore de Natal.  Creio que os enfeites de Natal são uma área de liberdade cristã, conforme 1 Co 8-10, e que cada um deve decidir por si mesmo se é apropriado ou não.  Mas enquanto muitos apontam o aspecto negativo da árvore de Natal, quero aproveitar o que é de bom em sua história para servir como lembrança do significado verdadeiro de Natal, que Jesus é vida.  Ele nasceu debaixo da sombra de uma árvore, a cruz, mas também pela mesma cruz nos deu direito de comer da árvore da vida, e viver para todo sempre.  Em vez de considerar a árvore de Natal como símbolo pagão, talvez deveríamos resgatá-la como memorial maravilhoso da nossa fé do início ao fim.  Mas a árvore de Natal não serve somente como símbolo do fato de que Jesus e vida, mas também a segunda descrição que João dá de Jesus, como luz.  

II.          Jesus é a Luz de Natal (Jo 1:4-9)

 Nossos filhos gostam demais de ver as casas enfeitadas com luzes de Natal. Duvido que a maior parte das pessoas que as usam saibam porque.  Mas luz é um símbolo muito apropriado da vinda de Jesus para nosso mundo. 

Quando João olhava para a vinda de Jesus, ele primeiro pensou em vida.  Mas não menos de 14 vezes ele fala de Jesus como sendo a LUZ do mundo, luz que chegou com o primeiro Natal.

 

1:4-9 A vida estava nele, e a vida era a luz dos homens. . . e as trevas não prevaleceram contra ela.Luz sempre vence!  Luz prevalece.  Jesus, por ser em sua natureza LUZ, era invencível! 

Jo 3:16, 19-21  Deus amou ao mundo de tal maneira que DEU .. . O julgamento é este: Que a luz veio ao mundo, e os homens amaram mais as trevas do que a luz. . . Baratas—correm para as trevas!  O homem não agüentou a luz!  Somente aqueles que têm luz em si podem aguentar . . .  

Jo 8:12  Eu sou a luz do mundo” (depois, em cp. 9, Jesus dá vista a um homem nascido cego!)  9:5,6 enquando estou no mundo, sou a luz do mundo” 

Jo 12:35,36, 46  Ainda por um pouco a luz está convosco . . . Andai enquanto tendes a luz, para que as trevas não vos apanhem ... Em vim como luz para o mundo 

 História:

Há várias tradições sobre a origem de luz na celebração de Natal, algumas pagãs, outras cristãs.  Alguns apontam para os antigos romanos, que durante a mesma semana que celebravam o renascimento do sol e o alongamento dos dias como vitórias sobre as trevas, cultuavam Mitras, o deus da luz, o deus do sol, aniversário 25/12. Outra tradição tem a ver com a celebração do povo judaíco da sua libertação histórica do império romano durante o tempo dos macabeus.  Essa festa, Chanukah, é o festival das luzes, e também cai na época de Natal.  Relembra a data em que o Templo finalmente foi rededicado a Deus, e o culto verdadeiro resgatado das mãos dos bárbaros.  Conforme a tradição, somente uma vasilha do óleo sagrado foi encontrado para os ritos de rededicação, mas esse óleo durou 8 dias, milagrosamente.  Por isso na festa de Chanukah o povo judaíco acende uma vela no primeiro dia, dois no segundo, até acender 8 velas de um candelábro dia. 

Alguns afirmam que o uso cristão de luzes de Natal começou com o próprio Martinho Lutero, que colocava velas em sua árvore como lembrança de que Jesus éra aluz do mundo.  Hoje, muitas árvores de Natal incluem uma estrela no topo como lembrança de que Deus sinalizou a chegada do seu Filho amado, a luz do mundo, por uma estrela brilhante nos céus. 

Novamente, não quero convencer vocês a enfeitarem suas casas com luzes de Natal.  Mas esse símbolo que tem um pano de fundo pagão, judaíco e cristão, certamente pode nos lembrar da verdade de que Jesus é a luz do mundo.  Cada vez que você e eu olhamos para luzes de Natal, que tal lembrarmos o fato de que Jesus é a luz do mundo que já venceu as trevas.  E Ele disse que, agora que Ele mesmo vive em nós, nós  somos a luz do mundo!  (Mt 5:14-16).  Ele quer que a VIDA dele brilhe através de nós, para que pessoas glorifique a Seu Pai! O fato que os pagãos usavam luzes não desqualifica nosso uso de luzes, esp. Se o significado for resgatado para fins cristãos.  (cp. Carne oferecida a ídolos, 1 Co 8,10.)  Mesmo que tivesse um uso voltado para idolatria, o cristão está livre para resgatar a carne para propósitos bons.  Não fique cavando na história para achar algo negativo. 

III.        Jesus é o Presente de Natal (Jo. 3:16; Mt 2:11; 2 Co 9:15)

 Jesus é a Vida de Natal; Jesus e a Luz de Natal.  Mas Jesus também é o maior Presente de Natal!  Mais uma vez, vamos descobrir que o que Deus tencionou para nosso bem, o mundo tem pervertido para tirar atenção de Jesus. “Eu quero”.  “Maior, maior, melhor”.  “É melhor receber do que dar”.  Corre-corre.  Mas podemos resgatar esse símbolo de presentes das mãos do inimigo, e dar para ele seu significado verdadeiro, mas uma vez chamando atenção a Jesus.  Precisamos parar para absorver o fato de que fomos presenteados com o melhor Presente possível—vida, luz, eterna. 

Olhando para todo o significado da vinda de Jesus para este mundo, João nos dá uma das declarações mais sublimes em toda a Bíblia:

João 3:16.  Natal é a história do maior presente que o homem já recebeu.  Em meio a tanto materialismo, tanta superficialidade, tanta ênfase no “aqui e agora”, muitas vezes nós mesmos esquecemos desse significado de Natal.  Mas não João.  O fato de que Jesus era a Vida de Natal e a Luz de Natal foi porque Ele era o Presente de Natal.  Deus nos amou.  Deus nos amou tanto, que Ele deu um presente.  O presente foi embrulhado em carne humana.  O verbo “tabernaculou” ou “fez sua tenda” entre nós.  Foi o único jeito para nós compreendermos o amor de Deus.  Foi o único jeito que Deus podia morrer numa árvore, para trazer luz para seu coração e o meu. 

Não só João, mas Mateus também nos ajuda a entender o significado de dar presentes no Natal (2:11).  Os magos do oriente comemoraram o primeiro Natal dando presentes para Jesus.  Paulo também destaca essa idéia em 2 Co 9:15 quando exclama “Graças a Deus pelo seu dom inefável.” 

 História

Se existe uma perversão da história de Natal maior que todas as outras, é o materialismo associado com o Natal.  O auge de altruismo, generosidade, outro-centrismo que encontramos no dom inefável de Deus tem sido corrompido por comercialismo, capitalismo, avareza, propaganda, competição e muito mais.  Como deve entristecer o coração de Deus! 

Dar presentes na época do final de ano também tem raízes pagãos antigos, datando até os romanos e suas festas religiosos e idólatros. Mas não por isso vamos parar de dar presentes!  Os romanos antigos também comiam churrasco, mas não por isso vou parar de comer churrasco.  Às vezes nós como cristãos permitimos que o mundo tire de nós o que é de bom, e de repente ficamos como reféns deles.   Mas a tradição cristã parece ter começado no quarto século depois de Cristo, com um jovem rico chamado Nícolas.  Quando Nícolas tinha somente 9 anos, seus pais faleceram.  Mas Nícolas achou uma maneira criativa de divertir-se—ele distribuia suas riquezas, dando-as aos pobres à noite, escondido.  Conta-se a história de como Nícolas jogava dinheiro pela janela de uma família pobre com 3 filhas que queriam casar-se, mas não podiam por falta do dote.  Mais tarde “São Nícolas” tornou-se Bispo de Mira da Ásia Menor (Turquia).  Parece que foi um crente verdadeiro em Cristo Jesus.  Como bispo, vestia-se de roupas vermelhas.  Com o passar de tempo, e especialmente pela popularização de uma história natalina escritanos EUA no 19 século, São Nícolas tornou-se “Papai Noel” ou ‘Santa Claus”.  Infelzimente, perdemos muito da bela tradição de ajuda aos pobres em nome de Cristo.  O verdadeiro espírito natalino que começou com Deus e foi exemplificado por Nícolas é de dar àqueles que tem menos de você por causa do Dom que Deus nos deu. 

Mais uma vez, não quero influenciar vocês a continuarem as histórias e os enfeites de Papai Noel na época de Natal.  Mas tenho algumas sugestões.  Primeiro, cada vez que você vê um Papai Noel, lembre a história de Nícolas, órfão que pensava mais nos outros do que em si mesmo, e que dava do que tinha para ajudar os pobres.  Segundo, pense de maneiras como você pode celebrar o Natal esse ano dando de si mesmo e das muitas bênçãos que Deus lhe deu, para ajudar pessoas menos privilegiadas.  Talvez você queira convidar uma pessoa solitária comer a Ceia com sua família.  Talvez como família vocês possam entregar uma cesta básica para uma família carente.  Talvez você poderia dar uma oferta especial para alguém realmente necessitado, tudo em nome de Cristo Jesus, o dom inefável de Deus para nós. 

Conclusão:

Se o Apóstolo João andasse nas nossas ruas ou entrasse em nossas casas, creio que teria uma reação dupla.  Por um lado, ficaria triste ao perceber quantas pessoas festejam o Natal sem a mínima idíea do significado por trás das festas, dos enfeites, dos símbolos.  Por outro lado, creio que ficaria muito contente ao perceber como cristãos têm preservado 3 das descrições principais sobre a vinda de Jesus para nosso mundo: Jesus, a Vida de Natal.  Jesus, a Luz de Natal.  Jesus, o Maior Presente de Natal.  Que Jesus seja exaltado esse Natal em nós como Vida,Luz e Presente.  

Confesso que a nossa família adotou muitas tradições, muitos símbolos, especialmente os que passaram pela alemanha, que é a origem da minha família.  Não sabia quase nada da história, tanto negativa como positiva, desses “enfeites”.  Mas o estudo de João, sua perspectiva única sobre a história natalina, tem enriquecido não somente minha apreciação pelo Natal, mas também tem me dado uma perspectiva mais rica sobre esses símbolos.  Agora quando vejo uma árvore de Natal, posso lembrar aquele que nos trouxe nova vida, mas que nasceu na sobra de uma outra árvore, a cruz.  Por causa dele poderei um dia comer da Árvore da Vida e viver eternamente.  Quando vejo luzes de Natal, posso lembrar que Jesus é a Luz, que vence as trevas do mundo e do meu coração.  Quando troco presentes, posso lembrar que Jesus foi o maior presente que a humanidade já recebeu, e que o Natal é dar, especialmente àqueles ao nosso redor que tem muito menos que nós.  Sim, podemos resgatar esses símbolos, se somente em nossos corações, como lembranças de tudo que Deus fez por nós em Jesus. 

Idéia:  Símbolos culturais podem nos lembrar do verdadeiro significado do Natal!